O PROBLEMA NÃO É O PARTIDO
Período de eleições presidenciais no Brasil - qual é o problema?
A rivalidade partidária ainda é ar tóxico que se respira, que impregna os pulmões de fuligem e cauteriza a consciência.
A manutenção ideológica travou-se no espaço-tempo para festa dos interessados, pelo menos até que a tragédia alcance seu ápice.
Você compreende que o problema não é o partido, não é a ideologia, mas sim um "humano" que não sabe quem é e que por isso tem um modo de existir interesseiramente medíocre?
As instituições partidárias se firmam em seus pressupostos ideológicos que são como riquezas congeladas - justificativas mantidas para manutenção de poder e condição que atrofia os outros.
Na verdade, não se quer mesmo resolver nenhum problema.
Talvez, porque compreendeu-se que a essência do problema é insolúvel.
Talvez, porque não se queira olhar realmente para o problema.
Esquerda-Centro, Centro, Direita-Centro - não importa o espectro, tudo é como um teatro.
Sejamos sinceros, não vai mudar - o messianismo político é tão forte que revigora a ilusão do direito de votar - um votar sem consciência.
Tragédia! Tragédia é a coisa? Não! Tragédia é o que visualizo.
O humano que não aprendeu a mudar e só muda com a tragédia.
E eu nem queria ser pessimista!
Ederson Malheiros Menezes - Mestre em Práticas Socioculturais e Desenvolvimento Social - educacaosociologica@gmail.com

Nenhum comentário:
Postar um comentário